Inexperience

13 04 2010

Sendo novo nestas andanças (de charutos e ferrugens e carros com alguns problemas – insignificantes, diga-se – de limpeza), não posso deixar de ir anotando os erros de percurso que forem ocorrendo.

O primeiro é grave e só pode mesmo ser classificado como de verdadeiro maçarico. Pegar num carro a acumular sujidade (e sabe Deus mais o quê) há dois anos (pelo menos) e “depositá-lo” na garagem (fotos adiante) sem mais, era pedir sarilhos. E assim aconteceu quando a senhora virtuosa que me suporta e atura (como é possível?), muito delicadamente inquiriu anteontem:

“Quando é que vais desparasitar aquilo?”.

Confesso que não me incomodou o uso do verbo em questão. Está bem aplicado, como poderão ver brevemente. Se calhar até tenho que agradecer a delicadeza com que a ideia foi transmitida.

Agora “aquilo” é que não! Caramba, não estamos propriamente a falar de um objecto! São estas faltas de respeito que põem qualquer homem maluco (uma reacção um tudo semelhante ao Tony Carreira  junto das cabeleireiras deste país (a chamada “Tonite”, nas suas modalidades aguda, crónica e estúpida de todo).

Com agradecimentos à senhora em questão pela eterna paciência.


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