The Usual

28 07 2014

Com o passar do tempo, tem crescido a minha confiança no XA, proporcionalmente à lista de coisas que ameaçam cair que necessitam de ser cuidadas. Malogradamente, nas actividades de lazer deste fim-de-semam, pude experienciar, pela primeira vez,a famosa tendência destes jipes para se transformarem em chaleiras, felizmente sem me impedir de prosseguir viagem. Tentarei explicar detalhadamente o que sucedeu, para referência futura.

Domingo passada fui a Santa Maria da Feira. Uma vez que ia com a familia e para um evento com hora marcada, fui pela A1 (desde Coimbra-sul). A viagem foi a um ritmo certo (120kmh) e a agulha da temperatura só subiu em duas ocasiões: na subida para a estação de serviço da Mealhada (um pouco) e na última subida antes da saída para a Feira (um pouco mais). Ao chegar ao local planeado, cerca das 10 horas) deixei o motor a trabalhar cerca de um minuto (pouco tempo, eu sei, mas foi o que me foi permitido) e depois desliguei-o.

Ao chegar ao carro ao fim do dia (cerca das 17h00), notei logo que algo estava errado porque não havia pingas de anticongelante no chão. Como sabem, este é um carro que “marca território”. Apesar disso, pensando que pudesse ser do pendente do local onde estava estacionado, liguei-o e levei-o até um sítio plano (20 segundos) e, depois, ao desligá-lo, tentei ver como estava o nivel do líquido. Ao abrir a tampa do tanque de expansão, jorrou líquido de forma abundante. Isto é normal, embora estranho porque, segundo me parece o jipe cria pressão quando está quente e não passa nem quando fica frio. De qualquer forma pensei que tudo estava bem porque tinha liquido.

Entrei na via rápida a caminho da estrada nacional pois queria fazer o caminho de volta dessa forma. Passado nem cinco minutos, a agulha da temperatura vai ao vermelho. Encosto de imediato e abro a tampa do radiador fazendo com o que líquido do radiador saia de forma violenta, tal era a pressão acumulada no sistema de refrigeração. Cinco minutos a deixar arrefecer um pouco, ligo o carro e encho o sistemade refrigeração (um bidão de anticongelante já é parceiro obrigatório de viagem).

Começo a andar, sempre com o ponteiro perigosamente a rondar o vermelho, mas apanho uma descida relativamente longa e deixo-o descer “à boleia” mas com a mudança engatada (quinta). O ponteiro desce! Alegria!

Cinco minutos depois, volto a verificar o nível do liquido de refrigeração (o tanque de expansão está seco, mas a temperatura normal). Encho o radiador e retomo viagem, regressando a Coimbra sem mais eventualidades, sempre a velocidade de cruzeiro (até aos 100kmh).

Os factos são estes. As impressões e estranhezas seguem já a seguir.


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